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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Um a um "para o Barcelona" : Equipe Catalã se garante na grande final !

"Chegamos de novo ! "
 Era tudo o que o torcedor do Barcelona precisava gritar outra vez, depois da derrota nas semi finais do ano passado para a Inter de Milão, (que mais tarde se consagraria campeã) na UEFA Champions League.

Em Madrid, em pleno Santiago Bernabéu lotado, o Barcelona venceu o primeiro jogo contra o Real Madrid por 2 a 0 e construiu a vantagem.

Para a volta em Camp Nou, a equipe só precisava de calma e posse de bola, sem sofrer 2 gols ou mais... é pedir de mais para um Barça como este ? CLARO que não.

O time de Jusep Guardiola se portou como sempre dentro de campo, sem recuar, sem se render, e claro, tocando a bola. Em 26 minutos de jogo, a equipe ja havia completado a marca de 207 passes certos, o que se multiplicou ao longo do jogo.
Confuso, o Real Madrid não conseguia contar com suas estrelas, Cristiano Ronaldo e Kaká, que apresentaram um futebol muito a baixo de seus níveis.
Além de tudo, a equipe "blanca" não tinha José Mourinho no banco, nem nas anotações de perto do mesmo, o treinador mal podia se comunicar.
Então o Barcelona fez o que gosta, dominou todos os setores do campo e foi cuidadoso, para nem pensar em fazer feio diante de seu estádio completamente tomado pela apaixonada torcida.
Com um primeiro tempo calmo, o jogo não saiu do zero, o Real até tentou, porém, levava perigo apenas com Dí Maria, enquanto o Barça por inteiro ameaçava.
Na volta do intervalo com o placar do jogo ainda do jeito em que se iniciara, o Real investiu em Adebayor, que investiu nas repetidas faltas de ataque.
A equipe tentava acordar, mas uma sentaça talvez "mal dada" pelos árbitros, destruiu todo o moral do time dos galáticos: Cristiano Ronaldo tocou a bola para Higuaín fazer o gol, porém o português na queda, esbarrou e Mascherano, que sem pensar, caiu. Frank de Bleeckere, o juiz, marcou falta de CR7 e anulou o gol.
Minutos depois, Iniésta presenteou Pedro Rodríguez, com um passe magistral na grande área, o espanhol, retribuiu a gentileza, tocando para o fundo das redes...e a torcida também participou da troca de presentes, empurrando a equipe com cantos ensordecedores, praticamente acabando com as chances do já inofensivo Real Madrid, que a esta altura, precisaria de 3 gols.
Mais tarde, Kaká foi substituído por Ozil, o que resultou no crescimento da criatividade ofensiva do Real, que começou a pressionar, mas na hora de finalizar, perdia várias chances.
Até que aos 18, os merengues foram premiados pelo esforço. Dí María recebeu dentro da área e chutou na trave, no rebote, o próprio argentino serviu Marcelo, que chutou no contrapé de Valdés: 1 a 1. 
A partida ficava mais pegada e mais emocionante a cada segundo que se passava, passando a cabeça dos torcedores do Real, um verdadeiro filme de terror.
Minutos antes do apito final, Guardiola colocou Abidal em campo, que à alguns meses fez uma cirurgia grave para a retirada de um tumor do fígado. Mais que festejado, Abidal assistiu de camarote o último apito do árbitro para o fim do jogo nos gramados, e inico fora deles.
Várias perguntas assombram os torcedores, jogadores, comissão do Real...o que poderiam ter feito, contra o imparável Barcelona ? Esta receita, nem Lionel Messi tem. E quem um dia ja teve, e colocou em prática, nada pode fazer. José Mourinho foi o último treinador à eliminar o Barcelona da UEFA Champions League, e hoje, se vê derrotado pelo "Més Que Un Club" catalão.

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