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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Palmeiras vence o Guarani com a equipe reserva

Mesmo com um time reserva e sem nenhuma ambição no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras venceu o Guarani, por 1 a 0, neste domingo à noite, na Arena Barueri, pela 34ª rodada da competição, e complicou ainda mais a situação da equipe campineira, que precisava de pelo menos um ponto para sair da zona de rebaixamento. Não deu para o Bugre, que segue na 17ª posição, com 36 pontos. Já o Verdão vai a 50, em décimo lugar.

O Palmeiras está mais interessado na Copa Sul-Americana. Na próxima quarta-feira, às 21h50m (horário de Brasília), no Pacaembu, disputará uma vaga na semifinal com o Atlético-MG. Pelo Brasileirão, o time do Palestra Itália, joga domingo, às 17h, contra o Atlético-GO, em Goiânia. Já o Guarani, no mesmo dia e horário, vai tentar se recuperar contra o Vitória, em Campinas.

O jogo só valia alguma coisa para o Guarani. Por isso, a pressão bugrina no início da partida era esperada. Apertando as saídas de bola do Palmeiras, a equipe campineira tentava encurralar o adversário. O Verdão começou a fazer faltas (Pierre, principalmente) na entrada de sua área e quase foi castigado logo aos seis minutos, quando Baiano, numa cobrança, até acertou o alvo, o ângulo direito, mas Bruno voou e espalmou.

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O Palmeiras, sem ter o que fazer no Brasileirão a não ser cumprir tabela, entrou em campo com um time quase todo reserva. Oito jogadores foram poupados: o goleiro Deola, o zagueiro Danilo, os volantes Edinho, Márcio Araújo e Marcos Assunção, o meia Lincoln e os atacantes Luan e Kleber. Sem contar o goleiro Marcos e o meia Valdívia, que estão em fase final de recuperção física. O técnico Luiz Felipe Scolari optou por escalar três zagueiros e liberou seus dois laterais. E foi pelos lados do campo que o Verdão tentou chegar. Vítor, pela direita, e Gabriel Silva, pela esquerda, escapavam com velocidade. Gabriel principalmente. Faltava, porém, maior capricho no passe final.

Bruno ainda salvaria outro chute de Baiano, aos 35. Mas a partir daí, o Palmeiras começou a controlar o ímpeto do Guarani. Passou a ficar mais bom a bola e a virar o jogo, buscando uma brecha para invadir a área. Só que tocando estava difícil, pois o Bugre conseguia cortar bem os passes. Quando o primeiro tempo se encaminhava para o 0 a 0, pintou uma falta pelo lado direito do ataque palmeirense. Vítor cobrou com capricho, na cabeça de Leandro Amaro. O zagueiro subiu mais alto que todo mundo e escorou bem, colocando o Verdão na frente.

A derrota mantinha o Guarani na zona de rebaixamento. A pressão enervou a equipe de Campinas. Tanto que o lateral-direito Apodi e o atacante Mazola bateram boca, porque o ala optou pelo drible em vez de passar a bola num lance de contra-ataque logo após o gol. Tiveram de ser contidos pela arbitragem.

Quem precisava vencer era o Guarani, mas foi o Palmeiras quem mandou no segundo tempo. Nervosa, a equipe de Campinas errava passes demais, entregava a bola de graça para o adversário. Ainda por cima, dava espaços para o Palmeiras contra-atacar. O atacante Vinícius, que entrou no lugar de Ewerthon, jogou aberto pelo lado direito e levou o Verdão à frente, com velocidade. Faltavam, porém, algum para tabelar com o garoto.

O melhor jogador do Guarani, Mazola, resolveu jogar sozinho. Habilidoso, ele tentava passar por toda a defesa palmeirense, mas sem sucesso. Depois da áspera discussão com Apodi, ele passou a ignorar o companheiro. Não passou nenhuma bola para o ala. Com isso, o ataque campineiro, mais uma vez, se mostrava inoperante. Já são seis jogos consecutivos sem gols.

A partida, então, tornou monótono, com o Bugre sem conseguir furar o bloqueio palmeirense e o Verdão, não demonstrando muita vontade de explorar os espaços que tinha, só esperando o tempo passar.

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