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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Avaí e Botafogo empatam


Em pontas opostas da tabela, mas igualmente pressionados, Avaí e Botafogo fizeram um jogo de muita tensão e pouca técnica. O resultado foi um jogo travado, de poucas chances e um empate em 0 a 0 a partida realizada neste domingo, no Estádio da Ressacada, em Florianópolis, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro . O resultado não foi bom para nenhum dos times em suas brigas contra o rebaixamento (caso do time catarinense) e por uma vaga na Libertadores e pelo título (situação do Alvinegro).

Na próxima rodada o Botafogo, que permaneceu no quarto lugar, com 55 pontos, enfrenta o Ceará em Fortaleza, em jogo antecipado para a quarta-feira. Já o Avaí, que chegou a 34 pontos e segue em 18º, na zona de rebaixamento, vai a Porto Alegre jogar contra o Internacional, domingo. Apesar de seguir no G-4, o Alvinegro se vê ameaçado por causa das vitórias de Fluminense, Corinthians e Cruzeiro, adversários diretos.

Desde o início da partida ficou claro que o Avaí seria o responsável por pressionar, enquanto o Botafogo recuaria para explorar os contra-ataques. Empurrado por sua torcida, o time da casa pressionava a saída de bola e induzia o Alvinegro aos erros de passe. Assim, a equipe de Joel Santana tinha dificuldades em sair jogando, tendo que apelar para os chutões.

Embora chegasse constantemente ao ataque, o Avaí não conseguia produzir jogadas de perigo. Perto da área, a equipe tinha dificuldades de penetrar na muralha defensiva do Botafogo. À frente da área, Danny Morais, Leandro Guerreiro, Antônio Carlos e Fahel impediam a progressão. Restava aos catarinense os chutes de fora, mas que não assustavam o goleiro Jefferson.

Com o passar do tempo, os erros do Avaí irritaram a torcida, e o Botafogo começou a se arriscar mais no ataque. Não precisaram de muitas tentativas para que o Alvinegro criasse as melhores chances do primeiro tempo, com Jobson, sempre pela ponta direita. Numa delas, Loco Abreu chutou para fora, dentro da área, e na segunda, ele próprio arriscou, obrigando Zé Carlos a espalmar.

Se no primeiro tempo houve muitos erros, principalmente de passe, a segunda etapa teve ainda pior nível técnico. Nenhuma das duas equipes conseguia se articular para chegar ao gol adversário. O Avaí, entretanto, levava vantagem por estar diante de sua torcida, que empurrava a equipe. Do outro lado, o Botafogo não mostrava o poder de marcação de sempre e deixava espaços nas laterais, pouco aproveitados pelo adversário.

Joel Santana, então, tentou sua última cartada. Buscando dar mais velocidade ao time, tirou de campo Lucio Flavio e Alessandro, substituindo por Renato Cajá e Caio, respectivamente. O objetivo era reforçar os contra-ataques, única saída que parecia possível para o Botafogo vencer.

À medida que o tempo passava, o Avaí se lançava mais ao ataque, diante da necessidade de vencer para se livrar do rebaixamento. Então os espaços ficaram maiores e mais claros para o Botafogo, que não conseguia aproveitá-los por incompetência nos passes e conclusões. E de erro em erro, a partida chegou ao fim com um resultado que traduziu com perfeição o baixo nível técnico do confronto.

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